Tardinha do último sábado, em São Paulo.
Arquivo da categoria: Fotografias
Uma imagem para a madrugada de terça
Manuscrito de Ernest Hemingway que Manú e eu vimos numa exposição na New York Public Library em outubro. A letra é feia, o texto não diz muita coisa, era proibido fotografar, mas ainda assim tudo é muito emocionante.
Uma foto para justificar a ausência
Uma imagem para começar o sábado
Uma foto para não passar em branco
Quem me dera se a falta de novos textos aqui no blog nas últimas semanas fosse resultado apenas desse tipo de ocupação. Mas entre as diversas razões, registro aqui apenas a parte boa.
Tem gente que fala que lugares como esse inspiram novas ideias. Em mim, confesso, tem justamente o efeito contrário: me esvaziam a mente por total.
Um abraço.
Uma foto para a madrugada de sábado
Reflexos (uma foto para a quarta-feira)
Essa semana, postei essa foto aí no twitter. Eu estava no escritório, quando um amigo alertou sobre o pôr-do-sol que tínhamos na janela. Fiz a foto com o celular e postei com a observação: “Olhando esse pôr-do-sol, o rio Pinheiros até parece bonito.”
Sem nenhuma pretensão, sem crítica, eu só queria repartir à toa a bela imagem da minha cidade (bom, se você não vive em São Paulo, precisa saber que o Pinheiros é um rio poluído e totalmente sem vida – à exceção de uma família de capivaras mutantes que insiste em nadar por ali de vez em quando).
Então, passado um tempo, o Sérgio mandou um comentário na foto que me motivou a postar isso tudo por aqui: “Querido amigo. O rio é lindo quando reflete a luz… Assim, mesmo do jeito que somos, podemos ser belos quando refletimos Deus.”
O Sérgio é um poeta, ele é romântico de um jeito que eu não sou. E de certa forma, eu acho que ele está certo. Somos imperfeitos, sujos, insistimos em caminhar sobre a linha tênue entre a santidade e o pecado. Por isso somos humanos. Por isso, quando o caráter do Pai transparece em nossas vidas, refletimos sua beleza e graça.
-LHM
Uma ilustração para quarta-feira
Gosto muito dessa ilustração. É do desenhista Gabi Campanario (mais trabalhos dele no Flickr – vale a visita)
Voltando ao paraíso
Ruas de ouro, anjos tocando harpas, um coral de vozes em louvor… Não, eu prefiro a afirmação de Borges. E depois de se estar no paraíso uma vez, é quase impossível resistir a tentação de investir seus recursos para viver essa experiência outra vez.
(Clique nas fotos para ampliar)
El Ateneo, eleita a segunda livraria mais bonita do mundo (eu queria era saber qual é a primeira…). Se interessar a visita, fica na Av. Santa Fe, em Buenos Aires.
Patos
Duas fotos de Cartier-Bresson
Hoje fui à exposição de Henri Cartier-Bresson aqui em São Paulo. Aproveitei o horário de almoço e caminhei com o Gustavo até o lugar.
Além da qualidade das imagens, outra coisa me fez parar pra pensar sobre o talento do fotógrafo: a sensibilidade para enxergar a beleza no cotidiano. As cenas comuns, a vida rotineira nas cidades e no campo, as pessoas em seu dia-a-dia sem se desligar do que fazem. O incrível, na fotografia e nas cenas, é o “olhar ausente” (como diria o Sérgio) do artista que encontra o encanto nas coisas pequenas.
Vale para fotos, para a escrita e para pensar nas coisas que nos afetam.
Vale também uma visita à exposição ou ao site do fotógrafo.
Uma foto para retomar a rotina
De repente você sai do seu estado de conforto e começa a correr. Correr muito. É assim, em geral, quando você leva um susto, quando está sendo perseguido por ladrões e quando volta de férias e a rotina te atropela outra vez.
Bom, se em alguns casos isso é pode ser desesperador – nunca levei um susto tão grande tão pouco fui perseguido por ladrões, mas acabo de voltar de férias -, em outros é um conforto. No meu caso, entendo esse conforto por estar aqui e voltar a escrever.
Fim das férias. Assim pretendo.
Uma foto só para não perder o costume
Férias!
Devoção (fotos)
Uma pausa no meio da semana para uma recomendação especial.
Recomendo uma visita à “exposição” virtual Devoção. Capturadas por Fahirata, as fotos mostram pessoas expressando suas crenças em momentos de culto.
Aqui, o link para álbum (no Flickr – não inseri imagens no post porque as fotos estão protegidas por direitos autorais).

Uma foto
Uma foto para a quarta-feira
Somos pequenos, muito pequenos (e tão pretensiosos!).
Imagem da nave espacial Atlantis passando pelo Sol obtida pela base da NASA na Flórida.
Três fotos para uma sexta-feira chuvosa
Férias

Estrada
Depois de quase um mês fora, voltei de férias essa semana. Não fui à praia, como gostaria. Mas fiz tantas e mais coisas das que estava mesmo precisando – pois é, Deus sabe e provê.
Sigo retomando a rotina, organizando a vida e pensando em coisas que preciso postar por aqui.
Nostalgia pré-férias
Lembranças de Paraty, na última viagem ao litoral e – muito provavelmente – um bom presságio de para onde será a próxima.
Se quiser seguir viagem para lá, aqui vai um bom começo.
Paraíso na Terra
Só pra animar a segunda-feira.
Se existirem mesmo alguns ‘portais’ que nos mostram uma partícula da eternidade, então estive num desses pedaços do Paraíso em agosto passado.
Na vastidão literária da ‘El Ateneo’ em Buenos Aires – a livraria ocupa um antigo teatro-ópera -, sou o sujeito de mochila verde do canto inferior direito da imagem.
Buenos dias, novos Aires
Quatro bons dias em terras portenhas e fotos do final de semana para lembrar da arquitetura impecável, dos restaurantes, do vinho seco, dos dias sem compromissos. Para lembrar do povo educado, da gente elegante, do café com churros, dos livros de Borges. Para lembrar do porto, das praças, das feiras, do doce de leite e dos alfajores. Para lembrar do frio, dos taxistas malucos, da cidade cheirosa, da paisagem urbana que se sente europeia. Para lembrar que corre sangue verde-e-amarelo nas veias, para lembrar do Maradona e do Pelé. Para lembra-los: “pentacampeões!”.





Cura para metropolecite aguda
Uma dose de São Luiz do Paraitinga (SP) para esquecer do trânsito, das filas, do trabalho, dos prazos. Para esquecer das buzinas, do fast food, do cheiro podre do rio. Para esquecer da vida, das telas, do telefone, da rotina. Para esquecer da cor cinza, da fumaça, do despertador. Para lembrar que a vida nasce da terra.





































